terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Empresas devem buscar tecnologias preparadas para atender ao e-Social

O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) trata-se de um conjunto de ferramentas tecnológicas que objetivam a informatização da relação entre o fisco e os contribuintes. Instituído pelo Decreto nº 6.022/2007, ele faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. 

Seu início foi marcado pelos projetos de Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital, Nota Fiscal Eletrônica e EFD-Contribuições (antigo PIS-COFINS), e, recentemente, em 17 de Julho de 2013, a Receita Federal anunciou uma novidade, o e-Social, que tem por objetivo a informatização centralizada de todos os dados das áreas Trabalhista e Previdenciária pelo empregador, em relação aos seus empregados. 

Desde o começo do projeto, o e-Social gerou muita ansiedade e chamou a atenção por sua complexidade cultural e organizacional, que é a maior de todos os projetos do SPED, prometendo grande impacto no ambiente corporativo e na sociedade. 

Em geral, o e-Social transporta para o ambiente digital diversas obrigações que já são cumpridas pelas empresas atualmente, como os créditos pagos aos funcionários, as informações previdenciárias, os dados relacionados às retenções de IR, etc. Mas existem novas informações cadastrais sobre os colaboradores que passarão a ser obrigatórias, como, por exemplo, a comunicação dos eventos (ocorrências) de Atestados de Saúde Ocupacional, início e término dos períodos de Estabilidade Provisória, Aviso Prévio, e várias outras. 

Em função dos prazos para enviar estes eventos para a Receita Federal se torna difícil, senão impossível, o hábito de 'dar um jeitinho' nas coisas, exigindo mais planejamento e profissionalismo por parte das organizações. O e-Social marca então uma nova era das relações de trabalho e subestimar seu impacto social é uma demonstração de amadorismo. 

Antes da publicação do e-Social, muito se falava sobre a necessidade de as empresas se prepararem para a novidade, mas como a Receita Federal do Brasil ainda não havia comunicado seu conteúdo, havia dúvidas de como fazer essa preparação. Com a publicação do layout em Julho de 2013 – decretando o mês de Janeiro de 2014 como prazo final para que as empresas se adequassem, que depois foi postergado para Abril de 2014, deu-se início a uma grande busca do mercado por tecnologias que viabilizassem essa adoção.  

As organizações, principalmente as de pequeno e médio porte, que muitas vezes não possuem uma equipe interna de RH e que necessitam enviar suas ocorrências de pessoal (Admissões, Aviso Prévio, Férias, etc.) para seus escritórios de contabilidade, têm pela frente um grande desafio. Por isso, é fundamental que essas empresas possam contar com a tecnologia como uma aliada para auxiliar no cumprimento do e-Social. 

Diante deste panorama, as fornecedoras de software têm um grande desafio para adequar suas soluções de modo a atender a essas demandas. Para cumprir com as exigências de forma eficiente, é ideal que as empresas de soluções de gestão empresarial tenham uma equipe completa dedicada inteiramente ao projeto, para desenvolver processos de rotina que permitirão gerar os arquivos e-Social. 

Acho que muitas empresas ainda não compreenderam a exata dimensão das mudanças que estão por vir e que afetarão profundamente a área de Recursos Humanos. Mas, a tendência é que no médio e longo prazo, haverá um panorama mais padronizado e desburocratizado para todos os processos da área trabalhista e previdenciária, o que será melhor para toda a sociedade. 

Fonte: artigo de Ricardo Knychala Segger,  especialista em Recursos Humanos e gerente de Produtos de RH na Sankhya.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Adaptação à nota fiscal eletrônica no varejo deve movimentar quase R$ 1 bilhão em 2014

O comércio varejista em geral deverá investir cerca de R$ 1 bilhão no ano que vem para aquisição ou adequação às novas exigências fiscais no país, em decorrência da implantação da nota fiscal eletrônica ao consumidor (NFC-e). A estimativa é da Associação Brasileira de Automação Comercial (Afrac), que usa como base uma pesquisa realizada pelo IHL Group, instituto internacional de pesquisas em varejo e tecnologia.

O relatório do IHL aponta que atualmente existem cerca de 2,2 milhões pontos-de-venda formais no Brasil com características que favorecem a adoção da NFC-e ao longo dos próximos anos. O estudo calcula um investimento médio da ordem de R$ 2,5 mil para que um varejista nessas condições seja capaz de aderir à nova tecnologia, o que chegaria à casa de R$ 1 bilhão apenas no primeiro ano, considerando que a adesão dos estados e dos varejistas será gradual.

Segundo Paulo Eduardo Guimarães, vice-presidente de marketing e relações internacionais da Afrac, o cálculo inclui, em sua maioria, varejistas que já possuem o emissor de cupom fiscal (ECF) e precisarão trocar a tecnologia. "O Brasil está passando por uma grande transição na forma como repassa as informações fiscais ao governo e isso irá aquecer o mercado de automação comercial", avalia.

Com a NFC-e não será mais necessário o uso de impressora e papel especial, como no ECF, já que a nota fiscal é emitida eletronicamente. O varejista poderá enviar a nota para o e-mail do consumidor ou mandar imprimir em uma impressora comum. Serão necessários, além da impressora, a aquisição de um certificado digital para emissão dos arquivos e de um programa gerador de NFC-e, além de acesso contínuo a internet para o envio automático da nota fiscal ao governo.

Fonte: TI Inside

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dicas para melhorar suas campanhas de e-mail marketing

O sucesso de sua estratégia não depende, necessariamente, da quantidade de e-mails em sua lista, mas da qualidade dela, já que para obter as conversões desejadas é necessário que estes e-mails interajam em sua ação.

A taxa de abertura é um dos principais indicadores para medir a qualidade da estratégia adotada, já que em grande parte dos casos os e-mails não são abertos por ineficiência na abordagem ou por não chegarem ao destinatário devido às regras de spam dos provedores.

Separamos algumas dicas para ajudá-lo a planejar melhor sua estratégia e aumentar a taxa de abertura em suas ações e-mail marketing. Confira!

Determine a frequência para seus disparos

Você já considerou a importância de planejar horários e também a frequência dos envios? Cada uma destas definições contribui para alcançar um objetivo específico, mas todos são relevantes para o aumento da taxa de abertura.

Definir o horário, por exemplo, impacta diretamente nos resultados a curto prazo. Isto se deve ao fato de realizar os disparos em momentos que o usuário está mais propenso a ler o conteúdo que recebe em sua caixa de entrada. Já a frequência impacta a longo prazo. O motivo é que disparos excessivos irritam os clientes, ocasionando o pedido de descadastramento da lista (opt-out) e até mesmo o reporte do seu conteúdo como spam. O inverso também é prejudicial, já que você pode cair no esquecimento de sua audiência. Isto impacta diretamente na quantidade de e-mails em sua lista e, consequentemente, na abertura dos e-mails.

Crie assuntos atraentes

O assunto é um dos principais responsáveis pela abertura dos e-mails. Ele é o primeiro contato do seu público com o que pretende abordar e, caso não seja atraente o bastante, a probabilidade de ser encaminhado à lixeira antes da leitura é muito grande.

Teste diferentes assuntos e abordagens para identificar qual apresenta melhor performance. A criatividade pode ser um fator decisivo, por isto defina o posicionamento e objetivos de sua estratégia para desenvolver assuntos chamativos.

Evite palavras e expressões negativas para que seu e-mail não seja considerado spam

Seja no assunto ou no conteúdo, algumas palavras devem ser evitadas em suas ações de e-mail marketing. Muitos provedores fazem uma filtragem inicial para identificar palavras geralmente utilizadas por spammers. Conhecendo e evitando o uso dessas palavras, as chances da sua mensagem chegar à caixa de entrada do destinatário, são bem maiores. Para conhecer essas palavras, confira o manual de palavras e expressões negativas da Akna.

Invista em recursos de personalização

Personalizar ajuda a humanizar sua comunicação com o cliente. Substitua o endereço de remetente genérico, como "contato@minhaempresa.com.br", por um contato personificado, como "joao@minhaempresa.com.br", além de estreitar a relação com o cliente, passa mais credibilidade e, consequentemente, favorece a abertura da mensagem. Outra estratégia de personalização muito positiva é inserir o nome do cliente no assunto. Exemplo; "Melissa, conheça nosso novo produto."

Não se esqueça que o sucesso de sua campanha depende da definição de objetivos, estratégia, conteúdo e da sua lista de e-mails, que deve prezar mais a qualidade que a quantidade (sempre!).

Fonte: artigo de Vagner Pereira, coordenador de Marketing da Akna.