sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Atitudes que contribuem para o fracasso da sua carreira

1 Negativismo

Quem não se lembra da hiena Hardy, personagem do clássico desenho animado Leão da Montanha, produzido pela Hanna Barbera? “Ó céus, ó vida, ó azar. Eu sei que não vai dar certo”, repetia a pessimista hiena durante boa parte da animação.

“É aquela pessoa que só enxerga o lado escuro das coisas”, diz Gerson Correia, sócio da Talent Solution. De acordo com o especialista, é interessante contar com pessoas que tragam pontos de vista diferentes, mas que não sejam o tempo todo negativas. 

Fracasso-e-sucesso

“As pessoas negativas têm dificuldade de ir à frente, são resistentes, têm medo de avançar”, lembra Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management. “Os profissionais negativos acabam ficando isolados, os colegas rejeitam”, diz Correia.

E, se o networking é fator que impulsiona a carreira, o isolamento pode minar as suas chances de investir na sua agenda de contatos. “Essas pessoas têm dificuldades com a rede de relacionamentos”, diz Matilde.

2 Não cumprir com a palavra

Em ambientes altamente competitivos, dominados por prazos e metas, cumprir o que se propõe a fazer é essencial. Prometer mas não produzir os resultados esperados é algo que vai, sem dúvida, minar suas chances de sucesso.

“É o profissional que fala uma coisa e faz outra. As pessoas ficam irritadas com comportamentos deste tipo”, diz Correia. 
O risco é a falta de confiança que o profissional que não cumpre o que diz ou mente cria ao redor dele, na opinião de Matilde.

“Seja qual for a carreira você terá que lidar com clientes, sejam eles externos ou internos, ou seja, dentro da própria empresa, e, para mantê-los, você precisa inspirar confiança”, diz a especialista.

3 Arrogância

Achar que sempre está certo, não aceitar críticas e desprezar as opiniões dos outros também um prato cheio para o fracasso, na opinião de Correia. 

“Ser participativo, envolver o grupo, assumir que está sempre aprendendo e que também pode ensina é de grande importância no ambiente corporativo”, diz Matilde.

Julgar-se melhor do que seus colegas não vai trazer nenhuma vantagem profissional. Pelo contrário, as chances de você ganhar uma torcida “do contra” são grandes. “O comportamento arrogante estimula que os outros torçam pelo seu insucesso”, diz Matilde.  

4 Não saber trabalhar em equipe

Com as empresas cada vez mais multiculturais, com pessoas de todos os jeitos e costumes, saber trabalhar bem em equipe é algo muito valorizado pelas lideranças. “Quem não trabalha bem em equipe acaba criando problema para a empresa, e empresa alguma quer problema”, diz Matilde.

“Em empresas que têm uma cultura de coletividade, de um ajudar o outro a pessoa que não sabe trabalhar em equipe vai fracassar”, diz Correia.

Para Matilde, o fato de não trabalhar bem em grupo isoladamente, não é determinante para o fracasso. “Mas aliado aos outros comportamentos, como a arrogância e não cumprir o que promete, sim”,diz.

5 Falta de posicionamento

Gerenciar as demandas e, muitas vezes, ser realista a ponto de saber dizer não é outro fator que pode ter como resultado o fracasso, segundo os especialistas. “Esse gerenciamento da demanda, da expectativa em relação a ela, é uma arte”, diz. 

Quem sempre diz amém transmite uma ideia de que não tem opinião própria. “É importante prestar atenção na questão da postura e da habilidade de negociação”, diz Matilde. Um dos riscos deste tipo de atitude é assumir mais do que se é capaz de fazer. “A pessoa pode perder o foco”.

Mesmo que o profissional dê conta de tudo magistralmente, a falta de posicionamento pode transparecer fragilidade. “E é essa imagem  que pode destruir a carreira”, diz Matilde.

6 Desconhecer seus pontos fortes e fracos

O autoconhecimento é fundamental para saber até onde você pode chegar e o que ainda precisa melhorar. “Quem está atento a isso, e sabe o que faz bem e o que ainda não faz, busca se desenvolver”, diz Matilde. 

A atenção deve estar direcionada às suas competências e habilidades e também à demanda do mercado de trabalho, ressalta a especialista. “Vemos isso acontecer com carreiras e também com empresas. A Kodak, por exemplo, é uma empresa que demorou muito a perceber que o caminho era a fotografia digital”, diz a especialista citando a empresa que pediu concordata no início deste ano. 

7 Competitividade excessiva

O espírito competitivo é natural e saudável para o ambiente corporativo, mas em excesso pode acabar se voltando contra a sua carreira. 
Isso acontece porque o “vencer a qualquer custo” muita vezes descamba em uma postura antiética.

“A competitividade a ponto de ficar puxando tapete dos outros é muito mal vista e prejudica a carreira de qualquer profissional”, diz Matilde.

Fonte: Exame

Posted via email from Ramon E. Ritter

Atitudes que contribuem para o fracasso da sua carreira

1 Negativismo

Quem não se lembra da hiena Hardy, personagem do clássico desenho animado Leão da Montanha, produzido pela Hanna Barbera? “Ó céus, ó vida, ó azar. Eu sei que não vai dar certo”, repetia a pessimista hiena durante boa parte da animação.

“É aquela pessoa que só enxerga o lado escuro das coisas”, diz Gerson Correia, sócio da Talent Solution. De acordo com o especialista, é interessante contar com pessoas que tragam pontos de vista diferentes, mas que não sejam o tempo todo negativas. 

Fracasso-e-sucesso

“As pessoas negativas têm dificuldade de ir à frente, são resistentes, têm medo de avançar”, lembra Matilde Berna, diretora de transição de carreira da Right Management. “Os profissionais negativos acabam ficando isolados, os colegas rejeitam”, diz Correia.

E, se o networking é fator que impulsiona a carreira, o isolamento pode minar as suas chances de investir na sua agenda de contatos. “Essas pessoas têm dificuldades com a rede de relacionamentos”, diz Matilde.

2 Não cumprir com a palavra

Em ambientes altamente competitivos, dominados por prazos e metas, cumprir o que se propõe a fazer é essencial. Prometer mas não produzir os resultados esperados é algo que vai, sem dúvida, minar suas chances de sucesso.

“É o profissional que fala uma coisa e faz outra. As pessoas ficam irritadas com comportamentos deste tipo”, diz Correia. 
O risco é a falta de confiança que o profissional que não cumpre o que diz ou mente cria ao redor dele, na opinião de Matilde.

“Seja qual for a carreira você terá que lidar com clientes, sejam eles externos ou internos, ou seja, dentro da própria empresa, e, para mantê-los, você precisa inspirar confiança”, diz a especialista.

3 Arrogância

Achar que sempre está certo, não aceitar críticas e desprezar as opiniões dos outros também um prato cheio para o fracasso, na opinião de Correia. 

“Ser participativo, envolver o grupo, assumir que está sempre aprendendo e que também pode ensina é de grande importância no ambiente corporativo”, diz Matilde.

Julgar-se melhor do que seus colegas não vai trazer nenhuma vantagem profissional. Pelo contrário, as chances de você ganhar uma torcida “do contra” são grandes. “O comportamento arrogante estimula que os outros torçam pelo seu insucesso”, diz Matilde.  

4 Não saber trabalhar em equipe

Com as empresas cada vez mais multiculturais, com pessoas de todos os jeitos e costumes, saber trabalhar bem em equipe é algo muito valorizado pelas lideranças. “Quem não trabalha bem em equipe acaba criando problema para a empresa, e empresa alguma quer problema”, diz Matilde.

“Em empresas que têm uma cultura de coletividade, de um ajudar o outro a pessoa que não sabe trabalhar em equipe vai fracassar”, diz Correia.

Para Matilde, o fato de não trabalhar bem em grupo isoladamente, não é determinante para o fracasso. “Mas aliado aos outros comportamentos, como a arrogância e não cumprir o que promete, sim”,diz.

5 Falta de posicionamento

Gerenciar as demandas e, muitas vezes, ser realista a ponto de saber dizer não é outro fator que pode ter como resultado o fracasso, segundo os especialistas. “Esse gerenciamento da demanda, da expectativa em relação a ela, é uma arte”, diz. 

Quem sempre diz amém transmite uma ideia de que não tem opinião própria. “É importante prestar atenção na questão da postura e da habilidade de negociação”, diz Matilde. Um dos riscos deste tipo de atitude é assumir mais do que se é capaz de fazer. “A pessoa pode perder o foco”.

Mesmo que o profissional dê conta de tudo magistralmente, a falta de posicionamento pode transparecer fragilidade. “E é essa imagem  que pode destruir a carreira”, diz Matilde.

6 Desconhecer seus pontos fortes e fracos

O autoconhecimento é fundamental para saber até onde você pode chegar e o que ainda precisa melhorar. “Quem está atento a isso, e sabe o que faz bem e o que ainda não faz, busca se desenvolver”, diz Matilde. 

A atenção deve estar direcionada às suas competências e habilidades e também à demanda do mercado de trabalho, ressalta a especialista. “Vemos isso acontecer com carreiras e também com empresas. A Kodak, por exemplo, é uma empresa que demorou muito a perceber que o caminho era a fotografia digital”, diz a especialista citando a empresa que pediu concordata no início deste ano. 

7 Competitividade excessiva

O espírito competitivo é natural e saudável para o ambiente corporativo, mas em excesso pode acabar se voltando contra a sua carreira. 
Isso acontece porque o “vencer a qualquer custo” muita vezes descamba em uma postura antiética.

“A competitividade a ponto de ficar puxando tapete dos outros é muito mal vista e prejudica a carreira de qualquer profissional”, diz Matilde.

Fonte: Exame

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Programa de aceleração de startups vai apoiar 150 empresas de software

O Ministério de Ciências, Tecnologia e Inovação (MCTI) publicou no Diário Oficial da União de ontem (15/10) a portaria que institui o Programa de Aceleração de Empresas de Software e Serviços de Tecnologias da Informação (Start-Up Brasil). A iniciativa faz parte da estratégia do TI Maior, lançada em agosto deste ano, para aumentar a competição desse setor no mercado local e externo.

Startupsign

A meta do governo federal é investir 40 milhões de reais para acelerar 150 empresas startups de software e serviços de TI até 2014, sendo que 25% delas serão companhias internacionais localizadas no País.

Para fortalecer esse setor, o programa Start-Up Brasil traz uma série de medidas de estímulo ao empreendedorismo. Entre as quais a criação de  ecossistemas digitais e aceleradoras para apoiar esses negócios.

De acordo com a portaria do MCTI, receberão apoio empresas recém-estabelecidas que  desenvolvam produtos, processos ou serviços com características inovadoras, garantidas por atividades de pesquisa e desenvolvimento, com objetivo de inserção no mercado.

O fortalecimento dessas startups será por meio de aceleradoras, que são empresas especializadas em alavancar projetos inovadores. O governo vai lançar até novembro um edital para selecionar aceleradoras que vão estimular o empreendedorismo em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Segundo Rafael Rodrigues Moreira, diretor de Software e Serviços de TI do MCTI, serão escolhidas inicialmente entre quatro e seis aceleradoras, que terão a meta de estimular 40 startups.   

As aceleradoras vão abraçar startups que tenham projetos que podem se tornar competitivos no mercado local e internacional. O papel delas é oferecer aos empresários acompanhamento e aconselhamento por tempo indeterminado nos aspectos técnicos, jurídicos e mercadológicos. Elas também se encarregarão de aproximar as startups aproximação dos empreendedores e empresas nascentes a potenciais clientes e investidores.

Ecossistemas digitais

O programa de aceleração de startups contará com apoio também de ecossistemas digitais, formados por um conjunto de atores, processos e modelos de negócio relacionados às cadeias produtivas de diferentes
setores da economia, intensivas em TIC.

O Programa Start-Up Brasil será coordenado pela Secretaria de Política de Informática (Sepin), do MCTI, e contará com o apoio de outros órgãos do governo e entidades de classe como Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e  Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex).


Fonte: artigo de EDILEUZA SOARES para a Computer World Brasil

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